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sábado, 13 de março de 2010

Role Models(Faça o que eu digo,Não faça o que eu faço)

Direção:David Wain
Roteiro:Timothy Dowling,W.Blake Herron,Paul Rudd,David Wain e Ken Marino.
Gênero:Comédia
Origem:Estados Unidos/2008

Sinopse:
Danny e Wheeler são vendedores de uma companhia que produz bebidas energéticas e visitam escolas para promover o produto. Um dia, os dois se envolvem em um acidente com o caminhão da empresa, e o tribunal lhes dá uma escolha: ou eles vão presos, ou cumprem 150 horas de trabalho como mentores de adolescentes em Sturdy Wings, uma associação com fins pedagógicos. Quando Sweeny, a diretora da associação e ex-drograda, percebe que os dois não estão se esforçando para cumprir a pena, resolve dar um ultimato a Danny e Wheeler. E eles são obrigados a adaptar sua imaturidade em prol do interesse de seus alunos.

Primeiro: Quem foi que traduziu o titulo?Por que os "tradutores" brasileiros insistem em "inovar"?Será que passar do titulo original para a língua portuguesa já não é bom o suficiente?
Em relação ao filme,surpreendente a abordagem do tema,pelo trailer e sinopse aparentava ser algum "besteirol" sem qualidade: o que não é.Partindo da premissa que fui assistir Role Models apenas pelo Paul Rudd(Eu te amo,Cara) e Jane Lynch(Glee).
Não se trata de uma grande obra psicológica de analises sub-entendidas,porém os personagens são encantadores e os conflitos sentimentais são bem explorados.O roteiro é refrescante e atual:Nota-se pela atitudes dos personagens, principalmente o reflexo dos novos seres sociais "Kidadults"-Adultos com "gostos e atitudes" infantis-o que evidência-se pela posturas dos personagens frente aos jogos de videogames e RPG.
Características técnicas dentro da normalidade.Gostaria que os diretores de comédia saíssem do lugar comum!Elenco interessante.Jane Lynch:carismática como sempre!Paul Rudd me agrada muito(e nesta interpretação) explorou bem o lado mais sarcástico e irônico, ao se contrapor com Christopher Mintz-Plasse(Superbad) consegue uma ótima "química" na tela.Gostei.
Completando o time Seann William Scott(American Pie) que é aceitável,não é um excelente ator,mas o personagem também é meio estranho,mal feito!Não acredito que Bobb'e J. Thompson(Tá chovendo hambúrguer) foi uma boa escolha:o menino é muito chato!O personagem é simpático,mas infelizmente o ator-mirin não tem graça!Elisabeth Banks(W.),a mocinha da vez, esta super apagada.
O longa é uma distração sem grandes pretensões.
Cinema+1Pipoca

sábado, 6 de março de 2010

I Could Never Be Your Woman(Nunca é tarde para amar)

Direção:Amy Heckerling
Roteiro:Amy Heckerling
Gênero:Comédia/Romance
Origem:Estados Unidos/2007

Sinopse:
Rosie (Michelle Pfeiffer) é a mãe de Izzie (Saoirse Ronan), uma adolescente que está apaixonada pela 1ª vez. Esta situação também acontece com Rosie, que, perto dos 40 anos, se apaixona por Adam (Paul Rudd), que é bem mais jovem. Esta situação deixa Rosie cheia de dúvidas, sobre se deve ou não manter o novo relacionamento.

Um filme tão ruim e tão bom quanto todos os outros do gênero.Tem um certo ar refrescante pelo tom "ácido" do roteiro,boas sacadas nas sátiras e paródias de figuras como Paris Hilton e o ex-presidente Bush!Personagens interessantes,porém refletindo um "único" grupo da sociedade.
Amy Heckerling(As patricinhas de Beverly Hills) leva a direção dentro da normalidade.Um pouco regular e sem inovações positivas.Enquadramentos repetitos(e cansativos).A fotografia e montagem me incomodaram!
O elenco "cumpre"o "prometido"!Destaque para a encantadora Saoirse Ronan(Desejo e Reparação)essa promete bons filmes!a personagem é incrível e a "atriz-mirim" segura perfeitamente!Não esquecendo de Michelle Pfeiffer e Paul Rudd: A eterna mulher gato esta num bom momento-em sua "leva" de 2007 encontra-se o "apoteótico" HairSpray!-O curioso é que mesmo Michelle sendo a protagonista,não carrega a comédia nas costas,gostei que ela não fica roubando a cena!Para muitos Paul Rudd(Eu te amo,Cara) é um canastrão ou só mais um cara bobo de olhos azuis:Mas,eu realmente gosto dele(Me faz rir!):Em sua carreira não se encontra grandes obras,porém apresenta uma contribuição na totalidade dos longas,como em Romeu+Julieta e Arte,Amor e ilusão;Em Nunca é tarde para amar,é mais um desses casos, estando muito bem(e engraçado) na medida certa!Um filme para relaxar sem grandes pretensões/analises intelectuais.
+1pipoca